NOTÍCIAS

ACIP


Vendas do comércio caem 0,5% em julho, a terceira queda seguida

ÚLTIMAS

NOTÍCIAS

As vendas do comércio varejista brasileiro tiveram queda de 0,5% em julho na comparação com o mês anterior, e de 1% em relação a julho do ano passado, informou o IBGE nesta quinta-feira (13) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, o setor acumula perda de 2,3% desde maio, quando foi deflagrada a greve dos caminhoneiros.

O resultado veio abaixo do esperado pelo mercado. Em pesquisa da Reuters, a expectativa era de alta de 0,3% na comparação mensal e de avanço de 1,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

De acordo com o IBGE, cinco das oito atividades do comércio pesquisadas tiveram queda na passagem de junho para julho. No acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, o volume de vendas registrou avanço de 2,3%, acompanhado somente por três das oito atividades. Já o acumulado em 12 meses passou de 3,6% em junho para 3,2% em julho, sinalizando perda de ritmo nas vendas.

Os setores que tiveram queda foram:

- Móveis e eletrodomésticos (-4,8%)
- Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,5%)
- Tecidos, vestuário e calçados (-1,0%)
- Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%)
- Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%).

Já os três que tiveram alta nas vendas foram:

- Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,7%)
- Combustíveis e lubrificantes (0,4%)
- Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%)

O IBGE destacou que o resultado de julho devolveu parte das perdas registradas no mês anterior para os setores de hipermercados e combustíveis, respectivamente, de -3,6% e -1,9%.

Já na comparação com julho do ano passado, na série sem ajuste sazonal, as vendas do comércio tiveram queda de 1,0%, também com cinco das oito atividades com resultados negativos. O resultado interromeu uma sequência de 15 taxas positivas seguidas nesta base de comparação.

"Vale destacar a influência da base de comparação elevada, considerando a liberação de recursos do FGTS, ocorrida entre março e julho de 2017", ponderou o IBGE.

Os principais destaques negativos nesta base de comparação foram nos setores de Combustíveis e lubrificantes (- 9,2%), Móveis e eletrodomésticos (-6,9%) e Tecidos, vestuário e calçados (-8,4%), seguidos por Livros, jornais, revistas e papelaria (-10,1%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,3%).

Ainda na comparação com julho do ano passado, tiveram alta as vendas nos setores de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (4,7%), e de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (5,5%).

Fonte: G1
Últimas Noticias
Cartilha esclarece dúvidas sobre a Junta Digital

A Junta Comercial do Paraná está ampliando o uso do portal Empresa Fácil e está exigindo, desde o dia 17 de junho, que todos os processos de abertura de empresa de microempreendedor individual sejam protocolados através do...

Entidades patronais fazem campanhas a favor da nova Previdêcia

São Paulo - Três entidades patronais paulistas lançaram nos últimos dias, na internet e em empresas, campanhas a favor da aprovação da reforma da Previdência. 

A maior das iniciativas é re...

Dólar sobe 0,65%, a R$ 3,85

O mercado de câmbio teve uma terça-feira agitada, marcada pelo aumento da procura por dólares para envio ao exterior, preocupações com a votação da reforma da Previdência na comissão especial e co...